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Covid-19 e o novo normal – O que esperar do futuro?

Quando o ano começou, ninguém imaginava o que estava por vir. O isolamento social, o receio com o futuro, a mudança na rotina e a nova forma de se relacionar mexeu com a cabeça de muitos. Agora, com os empreendimentos voltando a abrir, fica o questionamento: como serão os próximos meses?

Muitos chamam esse período de “novo normal”. E esse nome funciona bem. Afinal, por muito tempo, teremos que aprender a naturalizar aquilo que nos era estranho: usar máscaras, adiar os abraços, caminhar mais e usar menos transporte público, evitar aglomerações e muitas outras mudanças.

Para que tudo isso funcione bem é preciso, antes de tudo, que respeitemos as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Enquanto não tivermos a vacina e ela não for distribuída para a população, vamos precisar achar formas de viver sem gerar riscos para nós e para os outros – e as organizações de saúde estão aqui para isso.

A tecnologia tomou nossa vida de vez

Mesmo aqueles que sempre preferiram uma vida offline, ficou difícil se manter longe da internet. E, justiça seja feita, ela foi e está sendo a maior aliada nesses meses. Seja para ter notícias dos familiares e amigos, para trabalhar, se divertir ou ter notícias em tempo-real, essa forma de comunicação supriu, em parte, o que o isolamento social nos tirou.

Isso impactou também a forma como compramos – com o fechamento de restaurantes e bares e os riscos envolvidos nas idas ao mercado, o delivery virou a palavra da vez. De acordo com estudos da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), a compra de alimentos e bebidas para consumo imediato cresceu 79%.

Mesmo com a reabertura, não é difícil encontrar relatos de quem prefere seguir dessa forma. O varejo, por mais que esteja funcionando em muitas cidades, compartilha que o movimento não é o mesmo de antes da pandemia. Isso acontece porque muitos ainda preferem comprar online ou tiveram seus empregos afetados pela pandemia.

Na educação, os professores e alunos precisaram se reinventar. O Ensino à Distância (EAD), por mais que não seja totalmente democrático, foi a solução encontrada para manter os estudantes em processo de aprendizagem. Até porque o retorno para às escolas será gradual e, por muitos dias, as videoaulas ainda vão fazer parte da rotina.


Projeções da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) indicam que, em 2023, terão mais alunos matriculados em EAD do que em aulas presenciais.

Quando o assunto é trabalho, as mudanças ficam ainda mais aparentes. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) concluiu que 70% dos colaboradores que experimentaram o home office, preferem continuar dessa forma. Isso inclui também os diretores e líderes, que confirmam aumento da produtividade e menos custos fixos para a empresa.

Precisamos nos reinventar

É difícil ter certeza sobre o que nos espera, mas a forma como tudo está caminhando dá algumas pistas. Se seguirmos as recomendações de saúde e mantivermos os casos sob controle, a tendência é que os estabelecimentos possam reabrir cada vez mais – mas não como antigamente.

Os serviços de entrega e delivery, assim como os cuidados com a higiene, vão continuar intensos. As ligações por vídeo já fazem parte da nossa vida, mesmo para quem ainda estava se acostumando com os aplicativos de mensagem. 

E uma coisa é certa: todos nós teremos que estar abertos para mudanças. Se reinventar é a regra do momento.

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O artigo escrito por:

Profissional com sólidos conhecimentos técnicos que estão alinhados com sua experiência prática. Atua no segmento oftalmológico a mais de 20 anos. Focando principalmente em alternativas diferenciadas e inovadoras nas suas funções. Esse conjunto de características oferece aos clientes uma relação perfeita entre a córnea e os diversos tipos de lentes de contato. Trazendo ao usuário o máximo de qualidade a sua visão.“ Tenho como princípio básico que a personalização do atendimento leva a excelência”.

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