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Alongamento de cílios pode causar danos à saúde ocular

Responsável por alongar e dar volume, a extensão de cílios tem sido um procedimento estético muito procurado entre as mulheres. Bastante prático por dispensar o uso de maquiagem como máscaras e cílios postiços, ele dá um visual mais natural aos pelinhos.

Oferecido em clínicas de estética, salões de beleza e até mesmo na internet, o alongamento de cílios já se tornou banal. Com diferentes opções de cores, tamanhos e espessuras, os pelinhos sintéticos são colados um a um, de acordo com o efeito desejado. O problema dessa moda, porém, é que poucas pessoas sabem que ela pode representar riscos à saúde ocular.

Muitas das colas utilizadas para o procedimento e seus removedores têm elementos químicos como formaldeídos, chumbo e ácido benzóico em sua composição, que causam doenças oculares como ceratoconjuntivite (inflamação da córnea e da retina), blefarite alérgica (inflamação nas pálpebras), hemorragia subconjuntival (aparecimento de manchas de sangue nos olhos) e erosão conjuntiva. Além disso, algumas mulheres podem ter uma reação alérgica também aos pelos artificiais.

Antes de fazer o alongamento de cílios, é importante escolher um local seguro, que desinfete bem as ferramentas utilizadas e use colas e removedores que não tenham elementos nocivos. Vale também perguntar a marca dos produtos, verificar se eles seguem os padrões da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e fazer uma consulta com um oftalmologista antes de realizar o procedimento para evitar danos aos olhos.

Durando cerca de 40 dias, o recomendado é que seja feita a manutenção do aplique no máximo a cada quatro semanas e que mulheres que usam lentes de contato, gestantes ou em fase de amamentação não façam o procedimento.

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